Na sequência dos incêndios de Pedrógão e dos assaltos aos paióis de Tancos, tem-se refletido menos sobre o que fazer para que estas tragédias não continuem a repetir-se no futuro e, nomeadamente por parte dos políticos de quem se exige a maior ponderação, mais da necessidade de se apurarem os responsáveis e daí retirar as respetivas consequências, isto é a sua demissão. Na maioria das vezes estes personagens dão a entender que já conhecem e que toda a gente conhece quem são os responsáveis. Logo, não é preciso fazer mais nada que não seja exigir a sua demissão.

quarta, 28 junho 2017 08:55

REBOBINAGEM DE UM FILME

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Os órgãos de informação trouxeram até nós – alguns numa chocante orgia mediática - os trágicos acontecimentos dos últimos dias que, para além de uma comoção mal contida e um sentimento de profunda solidariedade, calaram de um modo especial nos arouquenses. Terão até provocado a “rebobinagem do filme” de acontecimentos, uns recentes, outros nem tanto.

Todos os ventos cruzados provocam inação e estupefação. Uns são voluntários, outros involuntários. Pode demorar-se mais ou menos tempo a reagir a eles e às suas consequências; a rapidez da reação depende da previsibilidade que o fenómeno possuir e da capacidade de que se dispõe para, quando acontecem, lhe fazer face.

quarta, 07 junho 2017 14:34

Exercício do poder partilhado

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Proponho uma reflexão que tenho, naturalmente, como útil e oportuna, sobre o exercício do poder tal como o entendemos / tal como o testemunhamos.

Qualquer organização como um todo ou funciona como tal, como um todo, ou, a breve trecho, entrará em colapso e acabará em coma.